segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Alguns toques vitais da sabedoria cigana – mensagem enviada em 11/05/20007
Ao longo das muitas vidas, viaja muito.
Uma hora, é mulher; outra hora, homem...
Eternamente viajando...
Quantas vezes dançou em volta de fogueiras?
Quantas vezes teve seu sono embalado pelos pais, enquanto ouvia histórias sobre heróis e fadas?
Quantas vezes amou, brigou e entrou e saiu de corpos transitórios?
Quantos parceiros já teve?
Que riqueza é a reencarnação!
Poder ser homem ou mulher; alto ou baixo; branco ou negro; amarelo ou vermelho; gordo ou magro.
Tudo é possível!
A riqueza está na mudança, na possibilidade de ir e vir, sempre...
O espírito é o mesmo, mas a roupagem muda, como deve ser.
Os milênios passam, as vidas se sucedem, e as danças mudam!
Quem não aceita a reencarnação, é porque quer tudo igual, sempre formatado de acordo com a própria intransigência.
No entanto, o idoso de hoje será a criança do futuro.
E a criança de agora é o velho de outrora!
Atrás do véu dos sentidos e dos corpos, o mesmo espírito.
Nos olhos, azuis, verdes, castanhos, claros ou negros, o mesmo brilho do eterno.
Que maravilha, poder ser tudo, de todos os jeitos!
Poder aprender bastante, sendo muitos!
E, ao mesmo tempo, sendo o mesmo!
Todo espírito é meio-cigano, pois viaja muito...
E dança em volta das fogueiras do infinito.
E a Mãe Divina ou Pai Divino, se quiserem, dança junto, dentro de cada ser.
A vida jamais será do jeito que os homens desejam.
Cada dança é diferente das outras; cada momento é uma dádiva; cada vida, uma grandeza!
Mudam as vestimentas e os costumes.
Contudo, o dançarino é o mesmo, pois é eterno!
Que todas as danças sejam lindas!
Que os dançarinos sejam muito felizes!
Comemorem a vida, de que jeito ela vier!
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Wagner Borges)
domingo, 25 de outubro de 2009
Anjo da Comunhão – mensagem enviada em 01/05/2007
Quem comunga participa da um único espírito de vida.
Comungo com a minha alma no meu templo de silêncio e tudo me é dado por acréscimo.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
domingo, 11 de outubro de 2009
Sobre idéias e fatos – mensagem enviada em 01/05/2007
Os fatos que aí estão, objetos, formas de estrutura social, relações empresariais e familiares etc, um dia foram idéias nas cabeças das pessoas.
As idéias são abstrações que antecedem os fatos novos.
Elas são inspiradas nos fatos que existem e a partir deles imaginamos algo que pudesse substituí-los com alguma vantagem.
Um exemplo banal: tínhamos um isqueiro antigo, daqueles cuja combustão se fazia por fluido tipo gasolina; de repente imaginamos um outro a gás e ainda por cima suficientemente simples para poder ser descartável.
Ou seja, partimos de um isqueiro real; depois temos uma idéia a respeito de um outro que poderia ser mais eficiente do que ele; a terceira fase consiste em tentar transformá-la em uma nova realidade, um novo isqueiro.
A idéia intermediou a transição de uma realidade pior para outra melhor.
É assim que vejo a grande utilidade das idéias: elas têm que nos ajudar a avançar no plano da realidade e não substituir o real por hipóteses ou sonhos.
O problema é que a passagem de uma realidade pior para outra melhor, sempre intermediada por alguma idéia nova que se inspira na antiga realidade, por vezes esbarra em grandes dificuldades.
Isso é particularmente verdadeiro quando estamos nos referindo aos assuntos humanos.
Ou seja, quando as novas idéias implicam em alterações nas formas tradicionais que envolvem a forma como temos vivido.
Um exemplo dentre tantos: os relacionamentos amorosos sempre foram fundados em diferenças de temperamento.
A realidade era baseada na tese de que a boa relação era complementar.
As idéias defendiam esta mesma realidade.
De repente surge uma outra idéia que mostra que as boas relações são mesmo as que se estabelecem entre pessoas parecidas.
A nova idéia nos convence e aí temos que tentar atualizar nossa vida.
Isso pode implicar em termos que nos separar, buscar novos parceiros, esbarrar com dificuldades relacionadas com um desejo sexual menos intenso, superar as dificuldades relacionadas com o medo da felicidade, etc.
Muitas pessoas não se vêem com forças para todas estas atualizações de suas vidas práticas.
Passam a defender idéias diferentes daquelas que praticam.
Ou então passam a ser contra idéias apenas para se defender de suas dificuldades.
De todo o modo, as idéias passam a não preencher sua função de ajudar a modificar a realidade.
Elas se transformam em palavras vazias.
Outro exemplo: aprendemos que o verdadeiro orgasmo feminino é essencialmente relacionado com a estimulação do clitóris.
Muitas mulheres reconhecem que isso é verdadeiro, mas não querem dizer isso a seus parceiros por medo de magoá-los, já que eles parecem não aceitar este novo modo de ver a relação sexual.
Passam a fingir um orgasmo vaginal que não existe e com isso confirmam uma hipótese equivocada dos homens que pedem cada vez mais este tipo de resposta.
Isso sem falar daquelas idéias totalmente idealizadas, que tratam da possibilidade de reabilitar delinqüentes dando a eles bastante amor.
Ou então que seremos capazes de construir uma sociedade mais justa baseada nos ideais humanitários dos intelectuais e das pessoas bem intencionadas.
Que o bem acabará por vencer o mal.
Belas idéias, todas elas falsas, porque inviáveis.
A idéia é falsa quando ela não corresponde aos fatos e não irá jamais corresponder a eles.
Elas servem para apaziguar a consciência de algumas pessoas que, ao defendê-las, se sentem com o direito de continuar a usufruir dos privilégios que sempre tiveram, o exemplo maior é o do milionário que defende o socialismo, mas que continua a viver sua vida de nababo.
A verdade é que uma pessoa que acredita numa ordem social mais justa pode viver de uma forma compatível com suas idéias desde já.
Ninguém é obrigado a viver num palácio só porque tem dinheiro para isso.
Pode muito bem viver num pequeno apartamento de classe média e doar o dinheiro para uma instituição política que defenda os direitos dos menos favorecidos.
Ou então fazer doações para hospitais, universidades, etc.
Quem acredita em suas idéias, tem o dever de viver de acordo com elas.
Os religiosos e crentes não podem ter amantes.
O verdadeiro intelectual não pode sabotar alguém que detenha um saber maior, já que seu compromisso maior tem que ser com a verdade e não com sua vaidade pessoal.
E assim por diante.
Se vivermos de acordo com nossas idéias, as idéias deixarão de ser idéias e passarão a ser fatos.
Se não acontecer isso e continuamos a viver de um jeito a e a defender idéias b, estamos diante de um blá, blá, blá infrutífero, vago, inútil e que só pode estar a serviço de apaziguar sentimentos de vergonha ou culpa de pessoas intelectualmente pouco honestas.
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Flávio Gikovate)
domingo, 20 de setembro de 2009
Anjo do Deleite – mensagem enviada em 25/04/2007
Deleite é um prazer que vem de dentro para fora e se relaciona com o que está fora de modo a torná-lo ainda mais luminoso.
Eu estou bem!
Viver é o meu deleite!
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
domingo, 6 de setembro de 2009
A brisa da compaixão sopra através das flores – mensagem enviada em 25/04/2007
Tenzin era portador de um linfoma fácil de curar.
Ele foi internado e começou a quimioterapia.
Mas, durante o tratamento, este homem normalmente gentil, tornou-se agressivo e irritado; arrancou a agulha intravenosa de seu braço e negou-se a cooperar.
Gritou com as enfermeiras, discutiu com todos.
Os médicos e enfermeiros ficaram desconcertados.
Depois, a esposa de Tenzin falou com o pessoal do hospital.
Ela contou que Tenzin foi um prisioneiro político dos chineses por 17 anos.
Eles mataram sua primeira esposa e ele foi repetidamente torturado e brutalizado durante todo o tempo em que esteve preso.
As normas e regulamentos do hospital, juntamente com a quimioterapia, fez Tenzin recordar todo o sofrimento que passou nas mãos dos chineses.
- Eu sei que vocês querem ajudá-lo, ela disse. - Mas ele se sente torturado pelo tratamento. Ele faz com que ele sinta ódio internamente, da mesma maneira que os chineses fizeram ele sentir. Ele prefere morrer do que viver com o ódio. Segundo nossas crenças, é muito ruim ter ódio no coração na hora da morte. Ele precisa estar apto para rezar e limpar seu coração.
Assim, o médico dispensou Tenzin e recomendou uma equipe da clínica de repouso para visitá-lo em casa.
Eu era a enfermeira encarregada de cuidar dele.
Entrei em contato com um representante da Anistia Internacional para pedir-lhe conselhos.
Ele me disse que a única forma de sanar o trauma da tortura era falar a respeito.
Esse paciente perdeu a confiança na humanidade e sente que a esperança é impossível.
Mas quando eu encorajei Tenzin a falar sobre suas experiências, ele ergueu suas mãos e me fez parar.
Ele disse:
- Eu preciso aprender a amar de novo se eu quiser curar minha alma. Sua tarefa não é fazer perguntas e sim me ensinar a amar novamente.
Respirei profundamente e perguntei:
- E como eu posso fazê-lo amar de novo?
Tenzin respondeu prontamente:
- Sente-se, tome meu chá e coma meus biscoitos.
O chá tibetano é um chá preto forte, coberto com manteiga de iaque e sal.
Não é fácil de bebê-lo!
Mas, foi o que eu fiz.
Por várias semanas, Tenzin, sua mulher e eu nos sentamos juntos e tomamos chá.
Conversei com os médicos para achar formas de tratar suas dores físicas, mas era sua dor espiritual que deveria ser diminuída.
Cada vez que eu chegava, via Tenzin sentado de pernas cruzadas em sua cama, recitando preces de seus livros.
Na chegada da primavera, eu perguntei o que os tibetanos faziam quando estavam doentes na primavera.
Ele abriu um grande sorriso e disse:
- Nós nos sentamos e aspiramos o vento que sopra pelas flores.
Eu pensei que ele estava falando poeticamente, mas suas palavras eram literais.
Ele explicou que os tibetanos fazem isso para serem pulverizados com o pólen das novas floradas, carregadas pela brisa.
Eles acreditam que esse pólen é um potente medicamento.
No primeiro momento, achar muitas floradas parecia um pouco difícil.
Mas, um amigo sugeriu que Tenzin visitasse algumas floriculturas locais.
Eu liguei para o gerente de uma floricultura e expliquei-lhe a situação.
Sua reação inicial foi:
- Você quer o quê?
Mas quando eu expliquei melhor o meu pedido, ele concordou.
Então, no final de semana seguinte, eu busquei Tenzin, sua esposa e suas provisões para a tarde: chá preto, manteiga, sal, xícaras, biscoitos, almofadas e livros de preces.
Eu os deixei na floricultura e combinei de pegá-los às 17 horas.
No outro final de semana, visitamos uma outra floricultura.
E mais outra no terceiro fim de semana.
Na quarta semana, eu comecei a receber convites das floriculturas para Tenzin e sua mulher para voltarem novamente.
Um dos gerentes disse:
- Nós temos uma nova remessa de nicotianas e lindas fuchsias… E temos belas dafnias. Eu sei que eles vão adorar o perfume das dafnias! E eu quase me esqueci! Temos uns novos bancos de jardim que Tenzin e sua esposa vão adorar!
No mesmo dia, outra floricultura ligou dizendo que eles tinham recebido birutas coloridas para Tenzin saber de que direção o vento estava soprando.
Logo, as floriculturas estavam competindo pelas visitas de Tenzin.
As pessoas começaram a se importar com o casal tibetano.
Os empregados arrumavam os móveis de frente para o vento.
Outros traziam água quente para o chá.
Alguns fregueses regulares deixavam seus carrinhos de compras próximos do casal.
E no final do verão, Tenzin voltou ao seu médico para novos exames e determinar o desenvolvimento da doença.
Mas o doutor não achou nenhuma evidência de câncer.
Ele estava abobalhado; disse a Tenzin que ele simplesmente não sabia explicar aquilo.
Tenzin levantou seu dedo e disse:
- Eu sei porque o câncer se foi. Ele não podia mais viver num corpo tão cheio de amor. Quando eu comecei a sentir a compaixão das pessoas da clínica, dos empregados das floriculturas, e todas essas pessoas que queriam saber de mim, eu comecei a mudar por dentro. Agora, eu me sinto afortunado por ter a oportunidade de ser curado dessa forma. Doutor, por favor, não acredite que a sua medicina é a única cura. A compaixão pode também curar um câncer.
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Lee Paton)
domingo, 30 de agosto de 2009
Anjo da Simplicidade – mensagem enviada em 22/04/2007
No nível da personalidade tendemos a complicar tremendamente as coisas, porém, quando nos tornamos receptivos à orientação interior, a vida se torna simples, clara e livre do que é supérfluo.
Minha vida é plena na simplicidade das minhas atitudes.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
domingo, 23 de agosto de 2009
Vencendo – mensagem enviada em 22/04/2007
Descobrir onde estamos colocando essa felicidade que andamos buscando feito loucos é fundamental para entender o porque de nossas tristezas, angústias e decepções.
Como eternos insatisfeitos que somos, na maioria das vezes colocamos nossos sonhos tão longe de nós mesmos que parece que não gostamos de nós, ou que temos medo de alcançar o sonho.
Na verdade, essa nossa maneira de agir é outra defesa, isso mesmo, nós nos defendemos do mundo aumentando o nosso medo, o nosso orgulho, a nosso melindre, nossas preocupações, percebe que tudo que é nosso é maior?
O maior problema, o maior defeito, a maior dor, a maior angústia, o melhor carro, nós bebemos socialmente, nós fumamos por puro stress não é vício não, vício é dos outros...
Não se acanhe em admitir que tem exagerado em algumas coisas, que o seu medo de sair às ruas é pura defesa, que a sua carência afetiva é outra forma de se defender das pessoas, sua solidão é apenas medo de relacionar-se e quebrar a cara, como se todos os relacionamentos acabassem mal.
Não, não se julgue, estou te afirmando que isso é natural em todos os seres humanos, de todos os países, de todas as tribos, não é uma coisa sua, é de todo mundo.
Quando nascemos, recebemos de fábrica o medo que é uma maneira de preservar nossa vida, a ansiedade, que é para não nos contentarmos com o pouco, o orgulho para que não nos deixemos escravizar, a inveja para buscarmos o progresso sempre, e outros sentimentos que necessitamos para viver, só que cada um de nós escolhe um desses sentimentos e abusa um pouquinho mais para nos defendermos do mundo.
Então aquela pessoa de nariz empinado que você julga ser a mais orgulhosa do mundo, é apenas uma pessoa que escolheu essa capa de orgulho, essa fantasia para se defender dos outros, é puro medo, por isso não julgue, conquiste-a...
Por isso, aproveite o dia para analisar qual o sentimento que você tem abusado e usado como escudo contra as pessoas e contra o mundo que você julga querer te devorar.
Quando você descobre que está abusando de um sentimento, seja ele o medo, a inveja ou o orgulho, você pode ir trabalhando para diminuir a importância desse sentimento na sua vida e assim as pessoas passam a te enxergar de outra maneira, mais alegre e menos fechada.
O importante é você aproveitar cada dia como se estivesse ganhando um prêmio na loteria.
Não sofra com o futuro, antecipando dores, nem com o passado, remoendo feridas.
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Paulo Roberto Gaefke)
domingo, 9 de agosto de 2009
Anjo da União – mensagem enviada em 19/04/2007
A força da união remove bloqueios e dissolve a indiferença.
Quando duas ou mais pessoas estão unidas em nome do amor e da verdade, a energia espiritual se derrama em bênçãos e preenche todos com suas dádivas.
Eu sou um canal para a expressão da união entre todos os seres.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
domingo, 26 de julho de 2009
Sentir – mensagem enviada em 19/04/2007
Mas agora, a razão só me pega por descuido, porque percebo como podemos nos guiar por um sentir que pode ser bem sutil, mas muito profundo e sempre me guia para onde minha alma quer me levar...
A nossa alma estabelece uma comunicação que vai ficando cada vez mais perceptível e vamos aprendendo a sentir quando uma coisa é ou não favorável...
Esse sentir pode nos guiar pela vida como um radar, que não tem a ver com a razão...
A nossa razão tem argumentos para tentar nos manter dentro dos limites do que conhecemos e a nossa alma quer nos levar a ultrapassar esses limites, ampliando as nossas possibilidades...
Para seguir com a alma é preciso coragem, avançando sem garantias e disposição para encontrar o nunca pensado...
É claro que dá um frio na barriga e uma insegurança de abandonar o que aparentemente nos dá segurança, mas as coisas que pensamos nos darem segurança, pelo domínio da razão, vão caindo por terra, uma após a outra e chega um ponto onde só nos resta buscar a segurança da alma, a partir daí, sempre voltamos para ela...
Percebemos que seguir o sentir que vem da alma sempre nos leva a estarmos mais presentes e a vivermos cada momento com integridade.
No silêncio das palavras cala-se também a voz dos medos e, do vazio, surgem estradas de possibilidades inesperadas...
Adoro o inesperado, quando já cansei de tudo que está limitado...
Então dá uma sede do novo, do ainda não pensado...
Temos a mania de limitar tudo e de classificar, provar, como se com isso pudéssemos segurar o tempo...
Doce ilusão...
Esse tempo que tentamos segurar nem existe.
Só existe na prisão da nossa mente.
Mas, além dessa prisão, existe muito mais...
A cabeça pensa e dá muitas voltas em torno dos mesmos e tão visitados caminhos, mas o coração sente e nesse sentir pode nos levar à tão sonhada liberdade, ao nos guiar para longe desses círculos viciosos que a mente tenta nos impor...
Vamos sentir mais, vamos escutar mais a voz da alma, dar mais espaço para que o inesperado possa se manifestar...
Ninguém precisa seguir caminhos já traçados e já percorridos, porque eles costumam nos prender, pois já foram limitados e delimitados, quase não deixando espaço para a criação...
Vamos perder o controle...
É justamente quando perdemos o controle que encontramos o que mais buscamos...
Que tênue é esse limite entre perder o controle e se encontrar...
É que a gente se esquece às vezes que existe muito mais realidade além dessa nossa...
Tentar colocar dentro dos limites das palavras e das explicações experiências que não cabem aí, faz com que fiquemos só até onde as palavras e explicações podem nos levar...
Quando as palavras calam o sentir pode nos levar muito além delas...
Calar, consentir, sentir, ser...
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Rubia A. Dantés)
domingo, 19 de julho de 2009
Anjo da Purificação – mensagem enviada em 16/04/2007
Toda a energia que mantém a memória da negatividade se clarifica e assim, purificamos ao mesmo tempo o corpo e a mente.
Visualize agora a luz da sua alma preenchendo todo o seu ser e purificando cada célula, cada átomo, ao mesmo tempo que se irradia para tudo à sua volta.
Banho-me na luz da minha alma todos os dias.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
domingo, 12 de julho de 2009
A compaixão – mensagem enviada em 16/04/2007
Ter compaixão não é afundar junto com o outro, porém, amá-lo o suficiente para saber o que ele sente, sem tentar julgar e nem precisar entender.
Compreender o outro é sentir o que ele sente sem misturar suas emoções com as nossas.
Para praticar a compaixão, os essênios respiravam no ritmo do ser que sofre, pois, sabiam que poderiam, dessa forma, pouco a pouco, identificar-se com ele e, sem adquirir o seu mal, vivê-lo interiormente.
Jesus curava através da compaixão.
Ele, sem que as pessoas percebessem fazia com que suas vidas retrocedessem curando os episódios traumatizantes.
Os seres humanos gravam na memória celular os acontecimentos dolorosos e esses passam a dominar seus corações.
Depende de nós termos consciência das situações que necessitam de nossa atenção e curá-las.
Nossa mente só atua de forma curativa, quando mudamos nossas percepções.
Não se consegue ensinar aquilo que não acreditamos ou não praticamos; assim, a melhor forma é amor, é perdão e perdão é compaixão.
Muita coisa em nossa vida só curamos pelo poder da compaixão alheia.
Psicólogos e psiquiatras curam até certo ponto, trazendo à consciência pontos fracos e vulneráveis, porém só a compaixão, o perdão e o amor removem as cicatrizes e penetram nossas sombras, curando as recordações dolorosas do passado.
Uma pessoa sofrida, depressiva, precisa acreditar que a vida vale a pena, que existem homens com valores humanos suficientes para lhes dar motivação.
Não existem tratamentos que ajudem a pessoa a superar seu estado, quando ela entra numa situação difícil do passado, sem um acolhimento carinhoso.
Quando tratamos o outro com compaixão, sentimos uma calma que não pode ser atrapalhada, aquecemos nosso coração, sentimos um conforto profundo e um descanso tão perfeito que nunca poderão ser perturbados.
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Vera Godoy)
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Anjo do Desapego – mensagem enviada em 12/04/2007
Quando fazemos isso concentramos nossa atenção e energia e não nos desvitalizamos com críticas, comparações e julgamentos.
O desapego nos libera da culpa e do arrependimento, que são um grande desperdício de energia.
No momento presente, não precisamos possuir ou perder nada.
Minha vida é perfeita aqui e agora.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
domingo, 28 de junho de 2009
Reflexões sobre a vaidade humana – mensagem enviada em 12/04/2007
O exibicionismo intelectual é o mais grave, porque nossa razão deveria estar a serviço de nos ajudar a ver a realidade como ela é e também a nos posicionar de forma adequada diante dos fatos.
Nossa vaidade nos leva a desenvolver certa aversão com relação aos acontecimentos, especialmente aqueles que não combinam com os que gostaríamos que fossem efetivamente.
Passamos a brigar contra a realidade e a substituí-la por nossas idéias.
Num determinado momento, passamos a acreditar que nossas idéias correspondem aos fatos.
Não importa muito como achamos que o mundo e as pessoas deveriam ser.
Temos que nos ater ao que é.
Não importa acharmos que o amor é que deve nortear as relações entre as pessoas e que a sexualidade deveria estar acoplada ao encontro de parceiros compatíveis e legais.
Isso é o que alguns pretendem, mas não é o que todos querem e nem mesmo o que se observa na prática da vida.
O fato real é que muitas pessoas usam a palavra amor para encobrir seus interesses pessoais.
A começar pelos mais egoístas, aqueles que não amam e que querem mesmo é serem amados.
Não dizem que não amam; dizem que amam ao seu modo.
Se for verdade que existem modos diferentes de amar, pode ser que tenham razão.
Muitas vezes, quando são abandonados, dizem que estão sofrendo muito, que estão muito arrependidos, que estão sentindo muita falta e que nunca pensavam que fossem tão ligados sentimentalmente.
Será isso verdade?
Ou estão se colocando desta forma com o intuito de fazer forte chantagem sentimental?
Estão sentindo falta do parceiro ou estão inconformados de terem perdido a boquinha?
E as moças que só têm relações sexuais em um contexto de compromisso sólido, são elas as mais amorosas?
São as mais honestas ou são as que verdadeiramente sabem usar sua sensualidade para prender o homem?
Não será verdade que a mulher mais honesta é aquela que não joga com seu poder sensual?
Sendo assim, aquela que tem no sexo uma prática lúdica, que entende o sexo como uma simples troca de cosquinhas similar ao que acontece com as crianças e que tem relações com inúmeros amigos e mesmo parceiros ocasionais sem nenhuma pretensão de prender o homem por esta via, não será ela a mais honesta e pura?
É pura a que se mantém virgem até o casamento ou a que não se incomoda de ter relações sexuais sem visar outro objetivo que não o dar e receber o prazer físico imediato?
Muitas questões e muito poucas respostas, a menos que se pretenda dar respostas prontas, aquelas que correspondem ao politicamente correto de hoje ou do passado.
Os fatos são mais complicados do que as idéias.
A palavra amor encobre muitas armadilhas e a mulher sexualmente livre pode ser a mais desprendida e a que joga menos.
Mas nem sempre...
A vida real é mais complexa do que isso e não pode ser decodificada de forma simples.
Da mesma forma, os homens: todos invejam o paquerador, aquele que consegue conquistar as mulheres com facilidade graças à boa aparência, ao carro de luxo ou à boa capacidade de iludir e contar mentiras românticas apenas com o intuito de levar para a cama uma moça menos esperta do que ele.
É uma pena que seja assim, porque invejam o que há de pior, o homem que verdadeiramente se aproxima do mamífero incivilizado e que busca a intimidade com a fêmea a qualquer custo.
Acontece que, depois que ejaculam, passam a ter o problema terrível de ver como é que farão para se livrarem daquela mulher que só interessava para aquele fim erótico e cuja conversa é, para eles, profundamente tediosa.
Não vale a pena.
Os conquistadores assim bem sucedidos se exibem para os homens mais tímidos e recatados.
Exercem sua vaidade se mostrando felizes e bem sucedidos.
Levam uma vida chata e repetitiva, sempre vivenciando a primeira relação com uma mulher diferente; a verdade é que a primeira relação entre um homem e uma mulher é, como regra, a pior!
Estão ambos um pouco inibidos e exaustos.
Aqueles que têm uma parceira fixa e que sempre têm relações com ela morrem de inveja dos que se exibem como garanhões e que só estão levando o que há de pior nas relações sexuais.
Tudo vaidade...
A vaidade cega subtrai o bom senso, nos afasta da realidade e do que é possível para nós.
A vaidade nos afasta da reflexão útil e nos leva a querer ganhar discussões.
Não é este o meu objetivo, como de resto nunca foi este o meu modo de me posicionar perante os problemas da psicologia.
Acho que nós deveríamos nos voltar para os fatos e tentar interpretá-los de todas as formas possíveis.
Mas os fatos e não aquilo que gostaríamos que eles fossem.
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Flávio Gikovate)
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Anjo da Compaixão – mensagem enviada em 10/04/2007
Ser compassivo é ser igual a estar unido ao outro como a si mesmo.
Eu e você somos um.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
domingo, 21 de junho de 2009
Vence o amor – mensagem enviada em 10/04/2007
Lembro-me sempre de que, num ambiente escuro, a luz de um pequeno fósforo faz uma diferença e assim vou tentando levar uma contribuição mais sadia e amorosa ao mundo à minha volta.
Recebo sempre muito mais do que vou dando, pois essa é a lei.
Tenho prestado atenção nisso e posso constatar que o número de pessoas que está fazendo este mesmo trabalho é muito, muito grande e encho-me de esperança!
É um escritor de novelas que usa o instrumento que tem, para mostrar como se viver uma vida mais amorosa.
É um editor de revista de grande circulação que denuncia, mesmo correndo todos os riscos inerentes a esta coragem, as falcatruas e erros que estão sendo cometidos por camadas poderosas de nossa sociedade.
É alguém que se presta a ir à televisão para contar um drama pessoal traumático que vem conseguindo superar...
É um grupo que se reúne e imagina criar um site onde assuntos inspiradores do bem sejam veiculados...
São muitos exemplos de pessoas que, conscientemente, já abraçaram a missão de lutar pelo bem, com coragem, agindo com o coração.
Essa observação que fiz, nesses dias, aumentou a minha confiança e meu deu a certeza de que venceremos!
Vamos colocar mais amor em cada ação.
Seja ela a menor coisinha, aparentemente insignificante, que façamos.
Os que bradam, se revoltam, matam, violentam, estão feridos, pedem atenção, suplicam dedicação.
Em essência, são exatamente como nós, mas estão carentes, estão doentes e precisam muito de um perdão operante.
Precisam ver pessoas equilibradas e precisam estar em locais harmoniosos, pois só assim se modificarão.
Só uma pitada de céu pode dar a alguém, que vive no inferno do sofrimento, a vontade e a coragem de se transformar.
Se eu coloco alguém transtornado e desequilibrado numa dessas prisões de que tanto vemos falar e que já sabemos como são, podemos esperar que se modifiquem?
Só o amor neutraliza o mal e a paz só se consegue, sem violência.
Assim nos ensinou Cristo e alguns outros que, como Gandhi, deram exemplos disso com a própria vida.
Se este caminho é difícil, nem por isso deixa de ser verdadeiro, precisa ser vivido.
Sinto que estamos sendo convocados para lutar esta luta sem armas e sem preconceitos, sem pátria e sem nomes, sem bandeiras separatistas, a luta da essência que tenta, no meio no nevoeiro instalado, mostrar-se radiosa, como sol cheio de energia que é, existindo manifestada em todos nós, todos mesmo, sem exceção.
Vamos ajudar todo aquele que já caminha por este caminho, sem ciúmes, sem intrigas, sem invejas.
Se um pode fazer mais, que bom!
Vamos ajudá-lo.
Se outro só faz o que aparentemente é pouco, merece mais ainda a nossa ajuda.
Todos e cada um, que já estão acordados para o bem e que sentem que não há mais nada a se esperar, que se dêem as mãos, mentalmente e certamente circularemos o planeta Terra, um junto do outro, numa corrente de amor e energia positivos, contagiando e transformando, a cada instante, mais irmãos e irmãs.
É uma batalha silenciosa e poderosa.
A busca ardente e calorosa de um mundo melhor e mais harmonioso, quando cada coração vibra a energia mais pura que pode, numa prece que será ouvida no universo inteiro...
Que bela meditação, essa!
Para ser feita a todo instante, onde estivermos...
Podemos e venceremos!
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Maria Cristina)
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Anjo da Cura – mensagem enviada em 04/04/2007
A verdadeira cura é saber que somos um com Deus.
Sou um canal para a energia de cura do universo.
Eu permito que a energia de cura de minha alma flua através de mim.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Negatividade – mensagem enviada em 04/04/2007
Como a mente adora criar problemas e nos manter sempre dependentes dela e de suas maquinações, isto nos leva a olhar para os fatos de nossa vida com uma ótica pessimista, sempre esperando por novas dificuldades.
Para algumas pessoas esta negatividade se tornou tão arraigada e parte integrante de sua natureza que elas nem mesmo conseguem perceber o mecanismo.
Quem vive sob o domínio da negatividade tende a viver permanentemente ligado ao passado, ou melhor, às experiências negativas do passado, com a certeza de que elas se repetirão, invariavelmente.
Por exemplo, diante de qualquer problema cotidiano, estas pessoas sempre imaginam o pior resultado, antecipando em suas mentes que não conseguirão encontrar uma solução e que novos problemas e dificuldades surgirão como conseqüência.
E, é claro, acabam muitas vezes atraindo exatamente o que temem, visto que nossa mente tem a força de criar o que imaginamos.
Se isto é uma verdade, o caminho para se libertar da negatividade é fazer o exercício contrário.
A cada dificuldade, devemos imaginar que tudo se resolverá satisfatoriamente, que para todo problema existe uma solução, não importa que ela seja fácil ou difícil de ser alcançada, mas que o resultado final nos será favorável.
Como a mente está programada há muito tempo na negatividade, ela reagirá e tentará, repetidas vezes, nos manter escravos do pessimismo.
Quando a mente nos apresentar lembranças negativas do passado, busquemos em nossa memória os momentos positivos, em que nos sentimos verdadeiramente felizes, e procuremos manter esta energia.
Aos poucos, com o desenvolvimento da atenção e da consciência permanente sobre os artifícios de nossa mente, aprenderemos a identificar suas tentativas de nos manter presos à negatividade e a exercitar a fé e a confiança na vida.
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Elisabeth Cavalcante)
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Anjo da Responsabilidade – mensagem enviada em 31/03/2007
Ser responsável é usar esses talentos e habilidades para o bem de todos de modo alegre e leve.
A responsabilidade só é um peso quando esquecemos de usar nossas capacidades e nos desvinculamos da energia espiritual que vem em nossa ajuda quando somos responsáveis.
Minha habilidade em responder está à disposição da vida.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
quinta-feira, 11 de junho de 2009
O respeito para com o outro – mensagem enviada em 31/03/2007
Algumas outras criaturas aprenderam a se comportar de modo mais respeitoso; estas parecem que conseguem dialogar com pessoas que pensam de modo diferente, colocar ponderadamente seus argumentos e ouvir os do seu interlocutor.
Mas no íntimo se tornam irritadiços e isto às vezes transparece e seus diálogos interiores são sempre de desprezo pelo modo de pensar do outro, visto como burro ou desonesto.
Não é nada fácil admitir que alguém pense diferente de nós sem isto nos irritar profundamente e todos nós sabemos que isto funciona assim; podemos deixar vazar nossa prepotência ou agirmos de modo educado e político; mas é extremamente difícil ser verdadeiramente respeitoso.
E não deixa de ser surpreendente que uma coisa assim simples seja tão difícil de ser conseguida como uma vivência interior sincera e consistente; é por isso que não acredito nas fórmulas fáceis e rápidas para quem pretende ser livre.
É natural que a questão do respeito seja comprometida com profundos processos emocionais, processos de grande importância para o equilíbrio da pessoa, pois senão seria mais fácil de se superar este obstáculo.
Uma das situações onde estes aspectos podem muito bem ser observados é no seio da vida familiar e principalmente na relação amorosa homem-mulher.
Quando o marido se apercebe de que a mulher não está de acordo com algum ponto de vista seu, sim, porque muitas vezes ele nem dá chance dela se manifestar, isto provoca nele uma irritação descomunal.
Na maioria das vezes, absolutamente desproporcional à magnitude dos fatos em questão.
Ele grita, envolve outros dados da vida íntima na briga, faz discursos de persuasão, diz mesmo que a mulher é burra e não entende nada e como os homens dizem isto com facilidade; sente-se profundamente ofendido e pode ficar vários dias de mal.
A mulher o acusa de machista, de prepotente e desrespeitoso, o que é verdade; não diz que ele é burro, porque senão apanha, mas pensa; sente-se igualmente ofendida e irritada não apenas pelo comportamento do marido, apesar de que ele muitas vezes pensa que é só por causa disto, mas porque a divergência provoca nela a mesma sensação desagradável.
A dolorosa sensação que deriva da falta de coincidência de pontos de vista é a de abandono, de desamparo, de se sentir só.
E isto fica mais evidente nas ligações amorosas justamente porque elas existem como um importante atenuador desta que é uma das peculiaridades da condição humana.
Afinal, as pessoas têm ligações sentimentais justamente para não viverem o estado que se chama de solidão.
Quando uma opinião diverge, volta a dolorosa consciência de que se é só, e isto é vivido como uma espécie de traição do outro, um abandono, uma deslealdade; da acusação ao outro, deriva a raiva e a irritação em sua direção; coisa mais fácil de ser vivenciada do que o desamparo, o ser só.
Todos nós temos como primeira tendência o colocar o dedo para fora, acusando o outro de nossos infortúnios.
Acho sempre muito importante conseguirmos virar o dedo para dentro e tratarmos de nos perguntar porque é que tal atitude de outro repercutiu tanto sobre nós.
Em que ponto fraco nosso, nós nos sentimos tocados e como fazermos para nos aprimorar ao invés de tentarmos modificar o outro, o que, além de desrespeitoso, é sempre ineficaz.
A irritação é menor em relacionamentos menos importantes do ponto de vista afetivo, mas existe do mesmo modo.
E se dá sempre da mesma forma; isto é, quando existem diferenças de opinião.
Até mesmo quando estamos lendo um artigo de jornal ou um livro o processo é similar: gostamos dos autores que pensam de modo parecido com o nosso e achamos meio idiota o texto e seu autor, que contém opiniões divergentes.
Assim, nunca aprendemos nada de novo, pois só lemos os livros com os quais concordamos e cujo conteúdo de certa forma já conhecemos; ou seja, só lemos os livros que não precisamos ler.
Os outros nós largamos no meio, porque são chatos ou idiotas...
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Flávio Gikovate)
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Anjo do Propósito – mensagem enviada em 29/03/2007
Um propósito claro elimina todas as dúvidas, pois imediatamente identificamos aquilo que nos conduz à nossa meta ou nos desvia dela.
A energia em nossas vidas é imensa quando uma clareza de propósito está sempre presente.
Você sabe qual é a sua razão de ser?
Coopero alegremente com o propósito da minha vida.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Filhos ingratos – mensagem enviada em 29/03/2007
A ingratidão sob qualquer forma considerada expressa o primarismo espiritual de quem a carrega, produzindo incoercível mal-estar onde se apresenta.
O ingrato, isto é, aquele que retribui o bem pelo mal, a generosidade pela repulsa, a bondade pela soberba é sempre um atormentado que esparge insatisfação, martirizando quantos o acolhem e socorrem.
O homem vitimado pela ingratidão supõe tudo merecer e nada retribuir, falsamente acreditando ser credor de deveres do próximo para consigo, sem qualquer compensação de sua parte.
Estulto, desdenha os benefícios recolhidos a fim de exigir novas contribuições que a própria insânia desconsidera.
É arrogante e mesquinho porque padece atrofia dos sentimentos, transitando nas faixas da semiconsciência e da irresponsabilidade.
Sendo a ingratidão, no seu sentido genérico, detestável nódoa moral, a dos filhos para com os pais assume proporções relevantes, desde que se torna hediondo ato de rebeldia contra a criação divina.
O filho ingrato é dilacerador do coração dos pais, ímpio verdugo que se não comove com as doloridas lágrimas maternas nem com as angústias somadas e penosas do sentimento paterno.
Com a desagregação da família, que se observa generalizada na atualidade, a ingratidão dos filhos torna-se responsável pela presença de vários cânceres morais, no combalido organismo social, cuja terapia se apresenta complexa e difícil.
Sem dúvida, muitos pais, despreparados para o ministério que defrontam em relação à prole cometem erros graves, que influem consideravelmente no comportamento dos filhos, que, a seu turno, logo podem, se rebelam contra estes, crucificando-os nas traves ásperas da ingratidão, da rebeldia e da agressividade contínua, culminando, não raro, em cenas de pugilato e vergonha.
Muitos progenitores, igualmente, imaturos ou versáteis, que transitam no corpo açulado pelo tormento de prazeres incessantes, que os fazem esquecer as responsabilidades junto aos filhos para os entregarem aos servos remunerados, enquanto se corrompem na leviandade, respondem pelo desequilíbrio e desajuste da prole, na desenfreada competição da utópica e moderna sociedade.
Todavia, filhos há que receberam dos genitores as mais prolíferas demonstrações e testemunhos de sacrifício e carinho, aspirando a um clima de paz, de saúde moral, de equilíbrio doméstico, nutridos pelo amor sem fraude e pela abnegação sem fingimentos, e revelam-se, de cedo, frios exigentes e ingratos.
Se diante de pais irresponsáveis a ingratidão dos filhos jamais se justifica ou procede, a proporcionada por aqueles que tudo recebem e tudo negam, somente encontra explicação na reminiscência dos desajustes pretéritos dos espíritos, que, não obstante reunidos outra vez para recuperarem-se, avivam as animosidades que ressumam do inconsciente e se corporificam em forma de antipatia e aversão, impelindo-os à ingratidão que os atira às rampas inditosas do ódio dissolvente.
A família é abençoada escola de educação moral e espiritual, oficina santificante onde se lapidam caracteres, laboratório superior em que se caldeiam sentimentos, estruturam aspirações, refinam ideais, transformam mazelas antigas em possibilidades preciosas para a elaboração de misteres edificantes.
O lar, em razão disso, mesmo quando assinalado pelas dores decorrentes no aprimorar das arestas dos a que o constituem, é forja purificadora onde se devem trabalhar as bases seguras da humanidade de todos os tempos.
Quando o lar se estiola e a família se desorganiza a sociedade combale e estertora.
De nobre significação, a família não é formada apenas dos que se amam através dos vínculos da consangüinidade, mas, também, da tolerância e solidariedade que se devem doar os equilibrados e afáveis aos que constituem os elos fracos, perturbadores e em deperecimento no clã doméstico.
Aos pais cabe sempre os deveres impostergáveis de amar e entender até o sacrifício os filhos que lhe chegam pelas vias sacrossantas da reencarnação, educando-os e depondo-lhes nas almas as sementes férteis da fé, das responsabilidades, instruindo-os e neles inculcando a necessidade da busca de elevação e felicidade.
O que decorre são conseqüências do estado moral de cada um, que lhes não cabem prever, recear ou sofrer por antecipação pessimista.
Aos filhos compete amar aos pais, mesmo quando negligentes ou irresponsáveis, porquanto é do código superior da vida o impositivo: honrar pai e mãe, sem excluir os que o são apenas por função biológica, assim mesmo, por cujo intermédio a excelsa sabedoria programa necessárias provas redentoras e punitivas expiações liberativas.
Ante o filho ingrato, seja qual for a situação em que se encontre, guarda piedade para com ele e dá-lhe mais amor...
Agressivos, exigentes e impiedosos, transformados em inimigo insensível quão odioso, oferta, ainda, paciência e mais amor...
Se te falarem sobre recalques que ele traz da infância, em complexos que procedem desta ou daquela circunstância, em efeito da libido tormentosa com que os simplistas e descuidados pretendem excusá-lo, culpando-te, recorda, em silêncio, de que o espírito precede de berço, trazendo gravados nas tecelagens sutis da própria estrutura gravames e conquistas, elevação e delinqüência, podendo, então, melhor compreendê-lo, mais ajudá-lo, desculpá-lo com eficiência e socorrê-lo com probidade prosseguindo ao seu lado sem mágoa e encorajado no programa com a família inditosa e os filhos ingratos, resgatando pelo sofrimento e amor os seus próprios erros, até o dia em que, redimido, possa reorganizar o lar feliz a que aspira.
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Divaldo P. Franco)
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Anjo da Luz – mensagem enviada em 27/03/2007
Para fazer desaparecer as sombras é preciso acender uma luz.
Se entramos em contato com a luz interior da alma, ela irá transmutar toda a escuridão.
Visualize agora em seu coração uma luz que se expande e irradia calor para tudo o que está a sua volta.
Sinta a luz se expandindo a partir do seu centro interior até que você se sinta como um imenso sol de amor.
A luz divina de minha alma flui através do meu ser agora.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Escadas do tempo – mensagem enviada em 27/03/2007
com o desprezo, a traição e a dor.
Vai ao florista e manda-lhe uma flor.
Prossegue a tua caminhada e canta.
Larga no tempo o pranto e o desamor,
desata em calma o nó da tua garganta,
sai da tristeza! Ergue-te! Levanta!
Lança-te ao novo, em festa e com vigor.
Apaga a mágoa toda do passado,
tudo que nele houver de malogrado,
abraça a vida, vai em frente e cresce!
Perdoa no mundo quem já te feriu,
já que essa escada que ele um dia subiu
é a mesma escada pela qual se desce.
(soneto retirado da net, com autoria atribuída a Silvia Schmidt)
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Anjo da Paz – mensagem enviada em 25/03/2007
Isso traz um sentimento que nos inspira a não causar danos e ofensas a qualquer criatura no universo de Deus.
A verdadeira paz transcende a compreensão humana e sintoniza todos os seres com a harmonia universal.
Quanto mais nos sintonizamos com a paz, mais radiante se torna a nossa vida.
Eu sou a paz infinita.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Precisamos conversar – mensagem enviada em 25/03/2007
Não tem horas em que tudo nos irrita, até a voz dos amigos parece que fica mais chata?
E, quando não queremos nem pensar nos problemas porque já acreditamos que não tem solução?
A irritação vai tomando conta de nós vai subindo e explode.
Se você puder, pare tudo que estiver fazendo...
Se a sua vida anda meio devagar, suas companhias têm sido as novelas da tevê, se você tem chorado além da conta, se você não vê solução para as contas que se acumulam, se anda mais no médico que em casa, e vive quebrando o pau com qualquer pessoa por qualquer motivo, chegou a hora de botar tudo isso para fora e começar um novo relacionamento com você mesmo.
Muita gente vive procurando sua alma gêmea, seu par de meias, ou a tampa para sua panela, mas pouca gente tem encontrado.
Sabe por quê?
Porque, precisamos descobrir o prazer de viver com a gente mesmo em primeiro lugar.
Básico não é?
Muito básico, mas na hora de fazer...
Olha, você pode dizer o que quiser, pode espernear, gritar e até me xingar, mas você gosta de ficar com você mesmo?
Você gosta do seu cheiro?
Como você anda se enxergando?
Anda reparando nas suas qualidades ou só vive se lamentando dos defeitos e deficiências que todos nós temos?
Durante o dia você valoriza a sua personalidade, ou aceita que qualquer pessoa te maltrate e te humilhe?
Chegou o dia de proclamar a sua independência, dar o seu grito de amor próprio, olhe-se no espelho, e valorize o que esta vendo.
Está gordinho, vamos queimar calorias, mas sem massacre.
Está magrinho demais?
Procure ajuda médica.
Tem alguma coisa caidinha?
Esquenta não, tudo que sobe um dia desce, mas sempre resta a possibilidade de usar um silicone...
Valorize o seu sorriso.
Está sem dente?
Procure urgente um dentista.
Mexa-se, pelo amor de Deus!
Descruze esses braços, saia para a vida e distribua o seu charme.
Anote isso na sua agenda: tudo tem solução, se não tiver, pare de se preocupar, pois o que não tem solução é impossível de se resolver, então para que esquentar a cabeça?
Lembre-se: você é o único responsável pela sua felicidade, não culpe ninguém se você estiver infeliz.
Pense nisso e reaja!
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Paulo Roberto Gaefke)
domingo, 24 de maio de 2009
Anjo do Amor – mensagem enviada em 23/03/2007
Quando o poder de cura do amor flui em nossas vidas, transforma velhos hábitos e crenças, ao mesmo tempo que nos protege e vitaliza todos os que nos rodeiam.
Tudo é por causa do amor.
Quanto mais aprendo a me amar, mais sei amar aos outros.
O amor é minha razão de ser.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
sábado, 23 de maio de 2009
Como você vê a vida – mensagem enviada em 23/03/2007
Então, ele ficou segurando a folha para que todos pudessem enxergar e perguntou:
- O que vocês estão vendo?
Rapidamente um deles respondeu:
- Eu vejo um ponto preto.
- Correto!, respondeu o professor. - O que mais vocês estão vendo?
Houve um completo silêncio.
- Vocês não conseguem ver mais nada além deste ponto preto?, perguntou.
E todos responderam em coro:
- Não!
- Muito me admira a resposta de vocês., disse o professor. - Vocês simplesmente deixaram de ver a coisa de maior importância: a folha de papel.
Então ele fez a aplicação.
Ele disse que em nossas vidas freqüentemente somos distraídos por pequenos desapontamentos como um ponto ou pelas experiências dolorosas e logo ficamos propensos a esquecer as inúmeras bênçãos recebidas das mãos de Deus.
Mas, como a folha de papel, as boas coisas são muitíssimo mais importantes do que as adversidades que com tanta facilidade monopolizam a nossa atenção.
(texto retirado da net, sem referência à autoria)
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Anjo da Força – mensagem enviada em 20/03/2007
Nossa força reside em permitir que essas qualidades fluam através de nós, dando-nos a habilidade de seguir adiante com uma profunda segurança interior.
Minha força é ser capaz de ser eu mesmo todo o tempo.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
sábado, 16 de maio de 2009
Reconstrução – mensagem enviada em 20/03/2007
A chuva fina cai lá fora e aqui dentro de meu coração.
Por vezes, não é fácil viver nesta Terra.
Mas, é preciso prosseguir!
Nada é por acaso.
Se eu estou aqui é porque assim tem que ser.
Estou aqui para sofrer, mas também para ser senhora do meu destino, com poder para atuar frente às dificuldades e lutar pelos meus ideais.
Se o momento é de chorar, tenho que saber que não é eterno.
É mais um momento de luta, de lutar para me reerguer e reconstruir a minha felicidade.
E, se possível, estar consciente disto a todo o instante, para não me entregar às vãs lamentações.
Penso que, mesmo que eu não consiga realizar todos os meus sonhos, ao menos eu estou lutando e lutarei até o fim por eles.
Mesmo que, às vezes, sinta que o melhor é me entregar, mesmo que, por vezes, a dor seja tão profunda que queira levar com ela toda a minha força interior, é preciso resistir e caminhar!
Uma singela e, ao mesmo tempo, forte prova de vida nos dá o sol, astro imponente que se agiganta no céu, clareando o dia, a natureza, tudo o que toca...
Tempestades se formam e aparentemente ofuscam o seu brilho.
Mas, contudo, isto é apenas uma ilusão: ele permanece intacto em seu lugar, conservando em si toda a nobreza de um grande astro.
Assim como o sol, por que não ser também eu uma força que não se entrega?
Morrendo um pouco em cada dor, cambaleando e tropeçando, por vezes, pelos caminhos, tateando às cegas, eu tenho que seguir em frente.
Não posso e nem conseguiria permitir que tempestades, ciclones, furacões abalassem o meu brilho, porque sou maior do que tudo isso.
Sou filha de um astro bem mais fulgurante que a luz de mil sóis.
E sou imortal, em semente!
Por isto, devo aceitar esta dor que me flagela o peito como parte do processo natural da vida.
Uma dor que posso fazer curativa, que me reerguerá e que me fará ter mais consciência do meu brilho e fortaleza interior.
E essas lágrimas derramadas, com certeza, farão parte de meus troféus, posto que elas regam meu jardim interior, para que novos botões tornem a florescer!
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Rita Palhares)
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Anjo da Síntese – mensagem enviada em 18/03/2007
Pensar positivamente é muito importante para compreender o significado da síntese em nossa vida sem nos aprisionarmos ou nos tornarmos vítimas dos acontecimentos.
Desse modo, estaremos abrindo caminho para a intuição que nos põe em contato direto com a sabedoria interior, ao mesmo tempo que torna possível a ocorrência de uma extraordinária sincronicidade em nossas vidas.
Na luz branca da minha alma, vejo a síntese do que sou.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
quarta-feira, 13 de maio de 2009
O monge e a prostituta – mensagem enviada em 18/03/2007
Na casa em frente, morava uma prostituta.
Observando a quantidade de homens que a visitavam, o monge resolveu chamá-la.
- Você é uma grande pecadora, repreendeu-a. - Desrespeita a Deus todos os dias e todas as noites. Será que você não consegue parar e refletir sobre a sua vida depois da morte?
A pobre mulher ficou muito abalada com as palavras do monge; com sincero arrependimento orou a Deus, implorando perdão.
Pediu também que o Todo-Poderoso a fizesse encontrar uma nova maneira de ganhar o seu sustento.
Mas não encontrou nenhum trabalho diferente.
E, após uma semana passando fome, voltou a prostituir-se.
Mas, cada vez que entregava seu corpo a um estranho, rezava ao senhor e pedia perdão.
O monge, irritado porque seu conselho não produzira nenhum efeito, pensou consigo mesmo:
- A partir de agora vou contar quantos homens entram naquela casa até o dia da morte dessa pecadora.
E, desde aquele dia, ele não fazia outra coisa a não ser vigiar a rotina da prostituta: a cada homem que entrava, colocava uma pedra num monte.
Passado algum tempo, o monge tornou a chamar a prostituta e lhe disse:
- Vê este monte? Cada pedra dessa representa um dos pecados mortais que você cometeu, mesmo depois de minhas advertências. Agora torno a dizer: cuidado com as más ações!
A mulher começou a tremer, percebendo como se avolumavam seus pecados.
Voltando para casa, derramou lágrimas de sincero arrependimento, orando:
- Oh, Senhor, quando vossa misericórdia irá me livrar dessa miserável vida que levo?
Sua prece foi ouvida.
Naquele mesmo dia, o anjo da morte passou por sua casa e a levou.
Por vontade de Deus, o anjo atravessou a rua e também carregou o monge consigo.
A alma da prostituta subiu imediatamente aos céus, enquanto os demônios levaram o monge ao inferno.
Ao cruzarem no meio do caminho, o monge viu o que estava acontecendo e clamou:
- Oh, Senhor, essa é a Tua justiça? Eu, que passei a minha vida em devoção e pobreza, agora sou levado ao inferno, enquanto essa prostituta, que viveu em constante pecado, está subindo ao céu!
Ouvindo isso, um dos anjos respondeu:
- São sempre justos os desígnios de Deus. Você achava que o amor de Deus se resumia a julgar o comportamento do próximo. Enquanto você enchia seu coração com a impureza do pecado alheio, essa mulher orava fervorosamente dia e noite. A alma dela ficou tão leve depois de chorar, que podemos levá-la até o paraíso. A sua alma ficou tão carregada de pedras, que não conseguimos fazê-la subir até o alto.
(texto retirado da net, sem referência à autoria)
terça-feira, 12 de maio de 2009
Anjo da Comunicação – mensagem enviada em 16/03/2007
Seja com palavras, com gestos, com um sorriso ou através do silêncio, a comunicação que surge da alma irradia interação e sincronicidade em nossa vida.
Expresso claramente no mundo a voz e a sabedoria do meu coração.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Ah, se eu pudesse – mensagem enviada em 16/03/2007
Se eu pudesse chegar ao sol eu pegaria um raio de luz só para você.
Se eu pudesse encontrar o pote do arco íris eu daria todas as cores para você.
Eu faria isso tudo só por você!
Se eu pudesse chamar todos os passarinhos eu os faria cantar para você.
Se eu pudesse construiria uma montanha só sua para que você descansasse mais perto do céu.
Se eu pudesse isolaria uma floresta onde só você pudesse entrar, ir ao seu próprio encontro e respirar a paz.
Eu faria isso tudo só por você!
Se eu pudesse lhe levaria todas as alegrias do universo naqueles dias em que se sente triste.
Eu criaria um lugar especial feito só para você.
Um lugar onde você pudesse achar serenidade, estar só consigo e se refazer dos seus cansaços.
Se eu pudesse apagar os seus problemas eu usaria toda a minha força para fazê-los desaparecer.
Eu faria isso tudo só por você!
Mas não sei colher estrelas, não posso chegar ao sol nem sei onde está o pote do arco íris.
Não sei chamar os passarinhos nem sou capaz de construir montanhas.
Não tenho licença para isolar uma floresta nem posso livrar você de todos os problemas.
Mas eu sei que posso dar-lhe o que de mais forte existe em mim: esta vontade de ver você feliz e de estar sempre com você até o fim.
(texto retirado da net, com autoria atribuída a Silvia Schmidt)
domingo, 10 de maio de 2009
Anjo da Ternura – mensagem enviada em 14/03/2007
A ternura de um botão que se abre em flor.
A mão que encontra o gesto perfeito.
O toque que cura.
O olhar de pura compreensão, sem pedir nada em troca.
Em nossas vidas, a ternura se traduz na naturalidade de nossas ações porque a alma dissolveu todo o medo de ser.
O meu ser está radiante de ternura.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
sábado, 9 de maio de 2009
Três conselhos – mensagem enviada em 14/03/2007
Um dia o marido fez a seguinte proposta à esposa:
- Querida, eu vou sair de casa e vou viajar para bem distante, vou arrumar um emprego e trabalhar até que eu tenha condições de voltar e dar a você uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar longe de casa, só peço uma coisa: que você me espere e, enquanto eu estiver fora, seja fiel a mim que eu serei fiel a você.
Assim sendo o jovem saiu.
Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudar em sua fazenda.
Ele se ofereceu para trabalhar, e foi aceito.
Sendo assim, pediu para fazer um pacto com o patrão e este aceitou.
Ele disse:
- Patrão eu peço só uma coisa para o Senhor: deixe-me trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que eu devo ir embora o Senhor me dispensa das minhas obrigações. Eu não quero receber o meu salário. Peço que o Senhor o coloque na poupança até o dia que eu sair daqui. No dia em que eu sair, o Senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho.
Tudo combinado, aquele jovem trabalhou durante vinte anos, sem férias e sem descanso.
Depois de vinte anos ele chegou para o seu patrão e lhe disse:
- Patrão eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa.
O patrão então lhe disse:
- Tudo bem, nós fizemos um pacto e eu vou cumprir, só que antes eu quero lhe fazer uma proposta, tudo bem?
E o jovem disse que poderia fazê-la.
O patrão lhe disse:
- Eu lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora ou eu lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro e você vai embora. Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos e se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro. Vai para o seu quarto, pensa durante a noite e depois você vem e me dá a resposta.
O rapaz pensou durante dois dias e depois procurou o patrão e lhe disse:
- Patrão eu quero os três conselhos.
O patrão lhe disse:
- Se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro.
E o jovem lhe disse:
- Eu quero os conselhos.
O patrão então lhe falou:
- Primeiro conselho: nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida. Segundo conselho: nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade para o mal pode ser mortal. Terceiro conselho: nunca tome decisões em momentos de ódio e de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais.
Após dar os três conselhos o patrão disse ao rapaz que já não era tão jovem assim:
- Rapaz, aqui você tem três pães, dois são para você comer durante a viagem e o terceiro é para comer com a sua esposa quando chegar em sua casa.
O rapaz saiu para seguir o seu caminho de volta para casa, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava.
Andou durante o primeiro dia e encontrou um viajante que o cumprimentou e lhe perguntou:
- Para onde você vai?
Ele respondeu:
- Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada.
O viajante lhe disse:
- Rapaz, esse caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez e você vai chegar em poucos dias.
O rapaz ficou contente e começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho do seu patrão, então voltou e seguiu o seu caminho.
Dias depois ele soube que aquilo era uma emboscada.
Depois de alguns dias de viagem, achou uma pensão na beira da estrada onde pode hospedar-se.
Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.
De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor.
Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito.
Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho.
Voltou, deitou-se e dormiu.
Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido.
O hospedeiro disse:
- E você não ficou curioso?
Ele disse:
- Não.
Então o hospedeiro lhe falou:
- Você é o único que sai vivo daqui, pois eu sou louco e grito durante a noite e quando o hóspede sai, eu o mato.
E lhe mostrou vários cadáveres.
O rapaz seguiu a sua longa caminhada, ansioso por chegar em sua casa.
Depois de muitos dias e noites de caminhada, já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça da sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta da sua esposa.
O dia estava escurecendo, mas ele pode ver que a sua esposa não estava só.
Andou mais um pouco e viu que a sua esposa tinha, sentado em seu colo, um homem a quem ela estava acariciando os cabelos.
Quando ele viu aquela cena o seu coração se derreteu de ódio e amargura e ele decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade.
Respirou fundo e apressou os passos, quando se lembrou do terceiro conselho.
Então ele parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte ele tomaria uma decisão.
Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele disse:
- Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta. Só que antes eu quero dizer para a minha esposa que eu fui fiel a ela. Dirigiu-se à porta da casa e bateu.
Quando a esposa abre a porta e reconhece que é o seu marido, ela se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente.
Ele tenta afastá-la, mas não consegue.
Então com lágrimas ele lhe diz:
- Eu fui fiel a você e você me traiu.
Ela espantada lhe respondeu:
- Como? Eu não lhe traí, antes o esperei durante esses vinte anos.
Ele lhe perguntou:
- E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?
E ela lhe disse:
- Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora eu descobri que estava grávida e hoje ele está com vinte anos de idade.
Então o marido entrou, conheceu e abraçou seu filho, contou-lhes toda a sua história enquanto a esposa preparava o café, e então sentaram-se para tomar o café e comer o último pão.
Após a oração de agradecimento e lágrimas de emoção ele parte o pão, e ao parti-lo, ali estava todo o seu dinheiro!
(texto retirado da net, sem referência à autoria)
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Anjo da Sabedoria – mensagem enviada em 12/03/2007
A sabedoria surge no coração que se abriu para compreender e transformar apegos e dúvidas na certeza de que podemos ter e saber tudo o que necessitamos quando nos conectamos com a alma.
É possível ter muito conhecimento e não ter sabedoria.
A sabedoria é uma qualidade pura do espírito que se manifesta em nossa vida inspirando a ação amorosa e proporcionando abundância a cada momento.
Através da minha conexão com a sabedoria infinita, tudo se torna possível.
(texto retirado do livro Meditando com os Anjos, de autoria de Sônia Café)
quarta-feira, 6 de maio de 2009
O empresário e o pescador – mensagem enviada em 12/03/2007
De repente, ele deparou-se com um pescador deitado despreocupadamente junto a um barco, olhando o azul do céu.
Indignado, deteve-se junto ao pescador e perguntou:
- Como você pode ficar deitado aí, em pleno dia de trabalho, porque não está pescando?
O pescador virou lentamente a cabeça na direção do homem e respondeu com outra pergunta:
- Por que você está tão irritado? Eu não estou pescando porque já pesquei o suficiente para o dia de hoje.
Inconformado, o homem insistiu:
- Se você estivesse com seu barco no mar, certamente traria mais peixes para vender ou estocar e poderia ganhar muito mais dinheiro.
- E para que eu preciso de mais dinheiro? Quis saber o pescador.
- Com mais dinheiro você compraria um barco melhor, mais moderno, com maior capacidade de navegação e com ele teria uma pesca mais abundante e consequentemente, mais dinheiro. Logo você poderia até ser dono de uma companhia pesqueira e ser um homem rico.
- E o que eu faria então?
Perguntou o pescador.
- Você teria condições de gozar muito mais desta vida, namorar lindas mulheres, enfim tudo o que o dinheiro pode oferecer.
- Já tenho minha casinha, mulher e filhos, eu sou feliz assim, vivendo cada momento. Vivo o presente e o que tenho basta para mim e minha família. Adoro a vida que levo e sou feliz!
Mas, retrucou o empresário:
- Você poderia comprar uma linda casa, automóvel do ano, roupas caras, viajar e descansar! Você se contenta com pouco. É preciso aproveitar mais a vida!
Olhando o interlocutor com um leve sorriso desenhado no rosto, o pescador perguntou:
- O que você acha que eu estou fazendo agora?
(texto retirado da net, sem referência à autoria)
O universo físico é uma realização dos meus pensamentos.
Se meus pensamentos são cancerosos, eles criam uma realidade física cancerosa.
Se meus pensamentos são perfeitos, eles criam uma realidade física transbordando Amor.
Eu sou 100% responsável por criar meu universo físico como ele é.
Eu sou 100% responsável por corrigir os pensamentos cancerosos que criam uma realidade doente.
Não existe lá fora. Tudo existe como pensamentos em minha mente.
Divino Criador, pai, mãe, filho em um...
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofenderam, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão...
Deixe isto limpar, purificar, liberar, cortar todas as lembranças, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz...
E assim está feito.
